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Comicio do PCP em Castelo Branco PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Domingo, 15 Janeiro 2012 16:18

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No comício em Castelo Branco, o PCP reafirmou que à medida que o tempo passa, confirma-se que a decisão de PS, PSD e CDS de submeter os portugueses a um severo e ilegítimo programa de exploração, bárbara austeridade e saque do país, a troco de um empréstimo ruinoso para servir os banqueiros e a especulação, vai conduzir a uma situação de desastre nacional.

Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP, Castelo Branco,

Comício do PCP
Rejeitar o Pacto de Agressão - Lutar por um Portugal com futuro
Sábado 14 de Janeiro de 2012


Amigos e camaradas:

À medida que o tempo passa, mete-se pelos olhos dentro que a decisão que PS, PSD e CDS em conjunto tomaram de submeter os portugueses a um severo e ilegítimo programa de exploração, bárbara austeridade e saque do país, a troco de um empréstimo ruinoso para servir os banqueiros e a especulação, nos vai conduzir a uma situação de desastre nacional.

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Comício com Jerónimo de Sousa PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 02 Janeiro 2012 17:13

jernimo_ccNo próximo dia 14 de Janeiro, pelas 18 horas, no Instituto Português da Juventude (IPJ) na cidade de Castelo Branco, realiza-se um Comício com a participação de Jerónimo de Sousa; Secretário-Geral do PCP. 

Neste comício, o  PCP mais uma vez pretende reafirmar a necessidade de rejeitar o Pacto de Agressão que está na origem desta nova ofensiva e a exigência de concretizar uma política patriótica e de esquerda, que devolva ao país e ao distrito de Castelo Branco os instrumentos essenciais ao progresso, ao desenvolvimento e à melhoria das condições de vida da população.


 
Governo PSD / CDS e PS rejeitam o fim das Portagens PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 22 Dezembro 2011 23:31
pcp-logotipoO Grupo Parlamentar do PCP apresentou ontem dia 21 de Dezembro, na Assembleia da Republica, um pedido de apreciação parlamentar do Decreto-Lei n.º 111/2011, de 28 de Novembro, que "Sujeita os lanços e sublanços das auto-estradas SCUT do Algarve, da Beira Interior, do Interior Norte e da Beira Litoral/Beira Alta ao regime de cobrança de taxas de portagem aos utilizadores".

Com esta iniciativa o PCP visava, uma vez mais, impedir a cobrança de portagens nestas vias estruturantes para o desenvolvimento da região. No debate ficou claro que a decisão de introduzir portagens, na sequencia do processo aberto pelo anterior governo PS, lesa gravemente os interesses sócio-económicos da região, o direito à mobilidade das populações e constitui do ponto de vista puramente económico uma irracionalidade – como o comprova o facto de uma diminuição brutal do tráfego nestas vias, acarretando graves consequências a todos os que passaram a circular nas estradas municipais e nacionais, as quais não constituem uma alternativa.

Como o PCP sempre reafirmou, o custo económico e social da introdução de portagens será sempre muito superior á obtenção de receitas que esta medida permite.

Mais uma vez, PS, PSD e CDS ao inviabilizarem esta proposta do PCP demonstraram que ao invés da defesa da região, da coesão territorial e da justiça social se submetem ás ordens da Troika, á política de roubo, exploração e empobrecimento que está em curso e que se agrava de dia para dia, bem como, aos interesses dos grandes grupos económico-financeiros.

O PCP reafirma que continuará firme na defesa dos interesses dos trabalhadores, das populações e da região, que lutam e exigem o fim das portagens.

 
BOAS FESTAS PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 19 Dezembro 2011 18:06
postal boas festas pcp
 
A Reforma Administrativa do Poder Local - um golpe duríssimo ao municipalismo PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Segunda, 12 Dezembro 2011 14:44

camaraEsta reforma da administração local não serve o País. 

Não serve porque diminui e espartilha o exercício da cidadania no poder local.

Não serve porque desvirtua o municipalismo e todo o legado histórico-cultural que este tem na sociedade portuguesa, desde os primórdios da nacionalidade.

Não serve porque acaba com a proximidade do cidadão à sua Junta.

Não serve porque vira do avesso o padrão e a matriz democrática da constituição dos órgãos autárquicos.

Não serve porque mata a democracia local.

Não serve porque vai prejudicar Portugal.

Não serve porque apenas se rege pela lógica da diminuição de custos que a Troika impõe e o governo aceita de joelhos.
E, nenhuma reforma, deve e poderá ser feita à luz de candeias… às escuras ou de joelhos!

Intervenção na Assembleia Municipal da Covilhã

A Reforma Administrativa do Poder Local tal como é brevemente escalpelizada no Documento Verde, constitui, no mínimo, um golpe duríssimo ao municipalismo e um ferimento de morte à proximidade. Não se vislumbrando em nenhum parágrafo do documento uma única nota que, como é dito pelos autores, denuncie o “reforço saudável do municipalismo”. Também não se consegue descortinar qual é o tal “futuro que garante” e, claro, se esse futuro garantido pela Troika interessa aos portugueses.

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